Dezassete Abril 2010

Os aeroportos, devido à debilidade dos transportes que nele circulam, fechados na maior e na sua grande extensão, faziam cócegas à estreia ainda assim mundial. A transferência de electrões começou então em Lisboa, a capital para já apenas de Portugal, na mesma bateria que alimentou por si só o Si até ao lado do Lá. Com saída à 17, pela 17 até ao conforto dos ovos da mãe Aveiro, em Abril...

Águas mil, dizem os mais antigos, os mesmo que tiveram os seus filhos e com seus filhos inventaram as rodas que se partiram, certamente numa encosta lá para os lados de um Madrid equivalentemente situado!

Começou assim uma saga, uma luta, um refrão popular, que deixando para trás apenas o seu prefixo, quer ir a um lugar que não dá pa ver daqui...

Uma comichão sem medo de prisão por motivos de abordagem social incorrecta e ilegal, certamente e felizmente.. incompleta. Um aconchego de uma sorte gerida pela moeda que ainda gira no ar como se a gravidade pertencesse apenas à situação, à ambição, às confusões e às monções, enfim.. entre as armas e os barões assinalados!

Eu existo...



o mesmo prefixo do popular do refrão!

Obrigado pelos abraços, pelas gotas de chuva não partilhadas mas compartidas, pelos índices corporais tão relevantes quanto presentes, pela mão que leva e pela que puxa, a música e para a frente, respectivamente!

Obrigado às milícias e aos polícias, que não entendendo bem português suave, não algemou nem na rua a música, a mesma que abraçou os que estavam sentados num dia de sol e que foi arrastada até aos que se abrigaram da chuva...

nesse mesmo dia... de Sol. Maior!

QB

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