Como o peixe que vai ao concerto!

Não têm por hábito dormir e quando se chateiam reagem à barbatanada até arrancar escamas... Se forem das Guelras dá mais pontos e o tamanho importa de facto pois os maiores comem os mais pequenos, podendo os primeiros chegar a engolir os segundos de rajada ou de golpe, conforme a localização geográfica. Realizam migrações regularmente. Diárias ou anuais, ainda que instintivas, fazem-nas para melhor comer e procriarº. Enfim.. uma forma de estar na vida, o que corresponderá na espécie humana, a ir a Las Vegas* na despedida de solteiro. Dentro do animal, como dentro de qualquer outra coisa, aparentemente aleatória, a perspectiva já é adulterada, inflacionada, re-adulterada, enfim.. uma mão cheia (com membranas interdigitais, para caber mais) de palavras terminadas em nada..
..Saltam com tudo nas ondas do mar e contudo não vão a concertos de Rock, e não sabendo que os há, acaba antes de se criar.. a sua perspectiva.

Basicamente, costumamos comê-los, pô-los em aquários, e, muitas vezes, transportando apenas uma enorme vontade, tentamos, nunca em vão tentar perceber a sua..


Falta-lhe a este saber que aquele farol, o maior de Portugal, aponta já para o Alentejo já não tão distante.. porque afinal, mesmo em cima do que se vê ao fundo, para se ver melhor não basta apenas ver mais..

..mas isso já é outra perspectiva.

Para já esta está fix!

Abraço Q.B.

*isto se formos Americanos de segunda geração.

0 Comments: