Brites de Almeida

"Uma vez também enfiei 7 num forno.. e em meia hora"


Era uma vez, num compasso muito muito perto daqui um castelo feito de 4 blocos de pedra - em inglês: Rock! No dicionário de francês aportuguesado para principiantes um "..Je ne sais quoizinho". Não se percebia bem onde ficava a entrada de serviço e desconfia-se muito acerca da saída.. Até porque as luzes que intensificam o brilho dos seis canhões que se dispararam - Paladar, Mal embriagado, Rapaz, Elefante, Cão e Sempre Contente - eram tudo menos luzes de emergência. Aliás.. tochas! LabareDASS..
Ficam para já penduradas atrás dos quatro as relaxadas cortinas vermelhas e nas sobrancelhas dos que as vêm de frente, do norte ao sul e sempre a poente deste "parajánosso" Portugal, um ligeiro ajuntamento. Passeiam pois pelos tímpanos risos sincopados e, pelas vistas.. o Quarteto era o de Bolso.


Pela frente... um mar revolto de quem quer ir.. e vai! De acordo com o que Dinis o Lavrador nos ensinou a fazer e de enchadas Ibanez em punho, ficam para já plantados os Pinheiros* nas estantes culturais de Lisboa, Leiria, Coimbra e Porto. Guardados pela conjugação do uivo com o latido em Mi M7, regados pelo apoio potável dos Tsunamis que carregam connosco, muitas vezes, mais do que o peso dos calhaus referidos no primeiro parágrafo!

Um abraço covalente a todas as moléculas de H2O que estão nos corpos e irrigam os cérebros de todos os que já têm o lugar reservado no Autocarro!

Aquele Muito Obrigado!

Abraço q.b.



Pinheiros* - Nome fictício.
Fotografia por Ricardo Basílio

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