As sardinhas alimentam-se de Planctôn e com ou sem máquina de calcular façam as contas quando chegarem da praia. Geralmente de pequenas dimensões formam geralmente cardumes geralmente de grandes dimensões, e que se passe a redundância do geralmente e do dimensões, e alimentam importantes pescarias. Apresentam o que se julga ser o protector do coração, omega-3, para já 4, por vezes 6 ou 8.
Já as sardinhas enlatadas, podem ser de várias espécies e o seu tamanho varia exactamente por causa disso. O problema é que para serem enlatadas vão sem guelras e sem cabeça, o que automaticamente inviabiliza o pensamento e a respiração. Se bem que dentro de uma lata esta última função também não será fácil..
Ora fica aqui uma latinha delas...
Mas caso chegue o Jamir com o Carbon, é de se salientar que quando são assadas ainda inteiras, frescas, e acabadinhas de salgar, transformam-se num prato tradicional da cozinha portuguesa e o fumo... leva-o o vento. Fica o cheiro na roupa... moléculas de sardinha agarradas à mais distraída fibra textil e, sem nunca a largar, assim viaja na esperança de ver um elefante num fugareiro. Mas isso já são volumes.. cenas dimensionais e afins.Quer sujem as mãos ou não, não passem fome por favor!
Não se esqueçam de por sal...
Abraço qb!



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